Perguntas e Repostas

É um conjunto de equipamentos que converte a luz solar em energia elétrica utilizável. Os principais componentes são: placas solares (módulos), inversor, cabos, estruturas de fixação e, em alguns casos, baterias.

Não. O sistema funciona mesmo em dias nublados, embora com menor produção. O importante é analisar a radiação solar da região e o espaço disponível para instalação.

Geralmente em telhados residenciais, comerciais, galpões ou até mesmo em estruturas no solo. O ideal é que o local receba boa incidência solar, sem sombras de árvores ou prédios.

Depende do consumo de energia e da eficiência dos módulos. Em média, cada placa ocupa cerca de 1,7 m² e gera entre 400–550 W.

Não. A instalação deve ser feita por empresa ou profissional especializado. O processo envolve análise do local, projeto, aprovação junto à concessionária e instalação física do sistema.

É o equipamento que converte a energia gerada em corrente contínua (CC) pelas placas em corrente alternada (CA), que é a utilizada nos aparelhos elétricos.

Na maioria dos casos não. Apenas será necessário adequar o quadro elétrico para receber o sistema e instalar o medidor bidirecional da concessionária.

Não. À noite não há geração, mas durante o dia a energia excedente é injetada na rede elétrica e vira crédito para ser usado à noite ou em outros dias.

Não obrigatoriamente. A maioria dos sistemas no Brasil é conectada à rede (on-grid). Baterias são opcionais e usadas em sistemas isolados (off-grid) ou para backup.

Os módulos têm vida útil de 25 a 30 anos, com perda gradual de eficiência. Em geral, após 25 anos ainda produzem cerca de 80% da capacidade original.

Não. A manutenção é simples, geralmente apenas a limpeza periódica das placas (quando houver muita sujeira ou poeira) e verificação do sistema elétrico a cada 1 ou 2 anos.

A geração diminui, mas não para. O sistema continua funcionando, aproveitando a luminosidade difusa.

Sim, quando instalado corretamente com aterramento e proteção contra surtos elétricos. Isso é obrigatório em projetos profissionais.

Pode variar entre 50% e 95%, dependendo do dimensionamento do sistema e hábitos de consumo. Em muitos casos, o investimento se paga em 3 a 6 anos.

Sim. O projeto deve ser registrado e aprovado pela concessionária de energia da região, que instala o medidor bidirecional e faz a homologação.

A energia extra é injetada na rede elétrica e registrada pelo medidor bidirecional. Esse excedente vira crédito de energia, que pode ser usado para abater o consumo em até 60 meses (5 anos) ou até mesmo em outra unidade consumidora do mesmo titular (dependendo das regras da concessionária).